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Diminui casos de Dengue em Santa Catarina

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02/02/2012 10:10


 O número de casos de dengue diminuiu 60% neste mês em relação a janeiro do ano passado no país.
De acordo com o Programa Nacional de Controle da Dengue, foram registrados 40 mil casos em janeiro de 2011, enquanto no mesmo período deste ano foram 16 mil.
Segundo Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), em Santa Santa Catarina o número de focos do mosquito diminuiu em 2011 em relação ao ano anterior, assim como os casos de pacientes infectados.
Em 2010, foram 185 pessoas doentes e 890 focos contra 130 casos e cerca de 506 focos em 2011.
O ano passado, 61 cidades catarinenses tiveram focos de Aedes aegypti, segundo Dive.
Este ano, cinco pessoas já contraíram a doença.
No levantamento de 2011, a campeã em número de focos foi Chapecó, no Oeste do Estado, onde larvas e mosquitos foram encontrados em 151 locais, principalmente nas armadilhas espalhadas em pontos estratégicos da cidade.
Isso não significa dizer, porém, que o município teve o maior número de casos confirmados da doença.
A lista de contaminação é liderada por Joinville, onde apenas 72 focos foram encontrados durante todo o ano, mas 20 casos foram atestados.
A maior cidade do Estado também está no topo do ranking de focos encontrados em 2012.
São 19 incidências do mosquito, mas apenas um caso da doença foi confirmado até agora.
Os dados da Dive foram computados no último dia 27.
Como ainda existem casos em aberto, é possível que novos portadores da doença sejam diagnosticados nos próximos dias.
Tanto em 2011 quanto em 2012, as áreas próximas ao litoral tiveram as maiores incidências de focos.
O segundo local com maior incidência das larvas foram os lixos, sucatas e entulhos.
Os pneus velhos ficaram como terceira opção de paradeiro para o inseto.
De acordo com a coordenadora do Programa de Controle à Dengue do município, Bárbara Nied, é essencial que os moradores façam ações preventivas.
Bárbara conta que, quando os agentes encontram um foco, é estabelecido um raio de 300 metros do local para tentar identificar outros ambientes com a larva.
Entretanto, a coordenadora revela que os agentes ainda encontram dificuldades para entrar em alguns terrenos, seja por ausência dos proprietários, ou mesmo, por resistência dos moradores

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